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VAR ‘descalibrado’ no gol do Inter. Brasileiro manchado – Prisma


São Paulo, Brasil


Vasco e Internacional em São Januário.


Jogo fundamental para o Brasileiro de 2020.


O clube gaúcho lutando para seguir líder e tentar vencer o torneio depois de 41 anos.


O carioca desesperado para escapar da zona do rebaixamento.


Cruzamento na área vascaína aos nove minutos.



Moisés levantou e Rodrigo Dourado cabeceou forte.


Gol do Internacional.


 O árbitro Flávio Rodrigues de Souza quis garantir a confirmação do gol, consultando o VAR.


Para tentar tirar qualquer dúvida em relação a um impossível impedimento.


O gol teria consequências também para o Flamengo, que luta pelo título.


Só que o árbitro de vídeo em São Januário, José Cláudio Rocha Filho, enfrentou um problema gravíssimo.


O desajuste da linha de vídeo que define o impedimento.


Simplesmente não estava funcionando.


Descalibrado.


Era impossível checar se o volante do Internacional estava ou não impedido.


Foram quatro minutos de apreensão, tensão, esperando um milagre tecnológico.


Que não veio.


Flávio Rodrigues de Souza decidiu confirmar o gol.


Seguiu apenas a sua impressão.


Não pôde tirar a prova tecnológica.


Algo bizarro.


O gol mexeu com a partida.


Desequilibrou vascaínos, colorados e o árbitro Flávio Rodrigues de Souza.


Tanto que ele marcou um pênalti inexistente para o Vasco.


Com a ajuda do VAR, por sinal.


De Vitor Cuesta em Cano, aos 31 minutos do segundo tempo.


A justiça foi feita, com o argentino cobrando fora.


E, aos 50 minutos, Thiago Gallardo marcou 2 a 0 Internacional.


Mas o que aconteceu em São Januário não pode ser esquecido.


O lance, o duvidoso gol do Internacional, que não foi conferido, é grande vexame.


E que afetou o resultado da partida.


Mexeu com o lado psicológico dos atletas, treinadores e do árbitro.


A CBF anunciou que todas as partidas do torneio teriam o VAR, árbitro de vídeo, para evitar erros, decisões injustas.


Mas, em um jogo decisivo, o sistema não funciona.


Vergonha.


A CBF é organizadora do campeonato.


Tinha essa obrigação.


Mas mostra sua incompetência.


Mancha absurda no Brasileiro de 2020…


(O regulamento prevê que a partida não será anulada, quando o VAR não funcionar.


Mas a falha é lastimável.


Vergonhosa.


E que mancha o Brasileiro, porque as imagens da transmissão mostra Rodrigo Dourado avançado, impedido.


Situação que o VAR ‘descalibrado’ não pôde checar…)

Fonte: R7

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