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Yaras buscam uma nova medalha no Pan!

Foto: World Rugby

Sexta-feira, sábado e domingo são dias de torcer pelo Brasil no rugby sevens! Lima, no Peru, recebe os Jogos Pan-Americanos a partir de sexta e o rugby está logo no início das disputas. Hoje, começamos a passar a limpo o torneio feminino, que tem o Brasil de olho em repetir ou superar o feito de 2015, quando as brasileiras tendo conquistado o bronze naquela oportunidade.

Os jogos serão exibidos todos ao vivo no R7, com partidas eventualmente na Record News. Olho nos dois canais.

O rugby sevens do Pan conta com 8 seleções, divididas em 2 grupos com 4 equipes cada. As duas primeiras colocadas de cada grupo avançarão às semifinais.

Estados Unidos, Canadá e Brasil são os grandes favoritos às medalhas, sendo que esses três países jamais foram derrotados por nenhuma outra seleção das Américas na história da modalidade. O Brasil, no entanto, jamais venceu Canadá ou EUA e buscará quebrar esse tabu no Peru. Entre Canadá e EUA não há favoritismo, com equilíbrio total.

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O que esperar do Grupo A?

O Grupo A tem Estados Unidos, Argentina, Colômbia e Trinidad e Tobago. O que é preciso saber?

  • Os Estados Unidos foram medalhistas de prata em Toronto 2015 e foram vice campeãs do Circuito Mundial de Sevens de 2018-19;
  • As Águias (Eagles), como são chamados os EUA no rugby, não levaram a Lima força máxima (a artilheira e líder Alev Kelter não vai ao Peru), optando por uma equipe que mescla grandes nomes do Mundial, como Naya Tapper, Ilona Maher e Cheta Emba, com atletas mais novas. Olho nesses três nomes, que garantem favoritismo total para a equipe na chave. A equipe será treinada por Emilie Bydwell (e não o técnico principal Chris Brown);
  • Colômbia e Argentina promete uma disputa intensa pelo segundo lugar da chave com absoluto equilíbrio entre os dois times. O histórico recente favorece a Argentina, que não perde para as colombianas desde 2015 (quando a Colômbia derrotou a Argentina no Pré Olímpico e se garantiu no Rio 2016). No entanto, em 2019, os dois times empataram o duelo do Pré Olímpico, com as colombianas avançando à final contra o Brasil;
  • A Colômbia irá com força máxima ao Peru, ao passo que a Argentina perdeu sua principal atleta, Sofía González;
  • Trinidad e Tobago é sem dúvida a equipe mais fraca do Pan e debuta no evento;

 

O que esperar do Grupo B?

O Brasil está no Grupo B e encarará Canadá, México e Peru. O que é preciso saber

  • O Canadá (medalhista de ouro em 2015) é o favorito do Grupo B, apesar de ter deixado de fora suas principais atletas (como Bianca Farell, Britanny Benn, Ghislaine Landry ou Charity Williams), as canadenses têm nomes do calibre de Sara Kaljuvee e Kayla Moleschi, de grande experiência com a seleção. As Canucks do técnico Morgan Williams (treinador de desenvolvimento, que assume o time para o torneio no posto de John Tait) têm um time forte fisicamente e que exigirá demais da capacidade defensiva do Brasil, pela intensidade, e, em especial, nas batalhas nos rucks;
  • O Brasil (medalhista de bronze em 2015) é a segunda força do grupo no papel, mas o momento brasileiro bom – que inclui o título da segunda divisão mundial em 2019, em Hong Kong – inspira confiança de que as Yaras poderão conquistar vitória inédita sobre o Canadá;
  • O técnico Reuben Samuel, do Brasil, manteve exatamente o time campeão do Pré Olímpico Sul-Americano, com apenas duas atletas que jogaram o Rio 2016: Raquel Kochhann e Isadora “Izzy” Cerullo, as lideranças maiores do elenco e essenciais à criação das jogadas.
  • Entre as atletas que emergiram após os Jogos Olímpicos, Bianca Silva é a maior estrela, tendo alcançado uma incrível marca na Copa do Mundo de Sevens de 2018. Em apenas 4 jogos, Bianca se tornou a atleta brasileira com mais tries na história do Brasil na Copa do Mundo (competição jogada de 4 em 4 anos e que já teve três participações das brasileiras);
  • Além de Izzy, Raquel e Bianca, jogaram a Copa do Mundo de 2018 Aline Furtado, Leila (que ainda foi um dos destaques do torneio de Hong Kong em 2019), Rafaela Zanellato (outro nome ascendente de destaque), Milena Mariano e Mariana Nicolau;
  • Peru e México têm poucas chances de surpreenderem e são, no papel, equilibradas na briga pelo terceiro lugar da chave. O Peru vive seu melhor momento na história, tendo se confirmado como a quarta força do Sul-Americano (atrás de Brasil, Argentina e Colômbia) nos últimos dois anos. Este é o primeiro Pan das peruanas;
  • Já o México disputou o último Pan e também a Copa do Mundo de 2018 (ficando em último lugar) e o torneio de Hong Kong de 2019, mas por conta de sua superioridade com relação à concorrência regional das caribenhas.

 

Horários de Brasília

Fonte: R7

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